Costumamos pré-definir uma função e utilidade aos objetos. Exemplo: o lápis serve para escrever, a borracha para apagar, a cadeira para sentar, etc. Porém, esses e todos os outros objetos podem ser usados de uma diversidade de outras maneiras, o que limita isso é a falta pensamento criativo. Essa ausência faz com que encaremos a cultura apenas como um conjuto de bens que um dia alguém criou um significado para eles, mas isso só esvazia completamente a cultura, já que ela deveria ser lúdica, construída com uma participação conjunta e interpretação individual.
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